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MANUAL DO               PREGADOR - Homilética
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A Obra está sendo comercializada em CD valor R$ 18,00 já com despesas de envio incluída.

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MANUAL DO PREGADOR
“Duas coisas não podem faltar no pregador:”
“Graça e Poder.”
HOMILÉTICA
“Crescei na graça e no conhecimento, 2 Pd.3:18”

PALAVRA DO AUTOR
Vendo o surgimento das mais variadas igrejas e denominações cristãs. E com as mesmas, o aparecimento também dos mais variados tipos de pregadores; trazendo as mais variadas maneiras de expor a palavra de Deus. Algumas, eu até as classifico de berrantes e exóticas.
Uma grande preocupação surgiu na minha alma. E decidi colocar em prática uma idéia que há muito ruminava em meu coração.
Tornar-se autor, é como se tornar mãe. Deve haver um período de concepção, gestação, esforço e dores de parto, com eventual parto.
A vitalidade de um trabalho depende do tempo que for mantido no consciente ou inconsciente. E foi exatamente assim que foi concebido o Manual do Pregador. Pois desde que comecei a lecionar em 1989, ele germinou em meu coração.

SUMÁRIO
PREFÁCIO.
INTRODUÇÃO
I - O PREGADOR
1- O Pregador precisa ter
2- O Pregador precisa ser
3- O Pregador precisa fazer
II - PREGAÇÃO
1- História da Pregação
2- Termos Relacionados com a Pregação
3- A Pregação Corporis
III - CONHECENDO A ESTRUTURA DO SERMÃO
1- Partes Essenciais de uma Estrutura.
2- As Quatro Leis da Estrutura.
IV - A IMPORTÂNCIA DO TEXTO BÍBLICO-30
1- Escolhendo Textos.
2- A Tarefa da Interpretação.
V - APRESENTAÇÃO DO SERMÃO
1- Qualidades de um tema
2- Tipos de Tema
VI - SERMÃO TEXTUAL
VII - SERMÕES TÓPICOS
VIII - SERMÃO EXPOSITIVO
IX - DANDO FORMA AO SERMÃO
1- Ordem Numérica
2- A Configuração do Sermão
3- Adjuntos de um Sermão.
X - APOLOGÉTICA
1- Mente Bíblica
2- Cristianismo e Secularismo – Demonstrativo
3- Os dez Mandamentos do Apologista Cristão
4- O que fazer Quando os Críticos utilizam a Póropria Biblia e a história?
XI - TENHA UM CELEIRO
1- Advindos de Literatura Religiosa
2- Materiais não Religiosos
XII - ESBOÇOS DE SERMÕES
REFRÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
DADOS DO AUTOR

PREFÁCIO
Quando estava terminando o curso de bacharel em Teologia, não me imaginava como professor em Seminários. Ao receber o convite do diretor do seminário onde cursava ainda o último ano, fiquei assustado e preocupado; mas aceitei o desafio.
Ocupei a cadeira de Eclesiologia ( História da Igreja Cristã ) em meu ingresso no corpo docente, e logo a seguir a disciplina Homilética. Esta me levou a preparar uma apostila que me auxiliasse, e também aos meus alunos. A seguir aprimorei a apostila e fiz o que eu classifiquei de Manual de Homilética. A partir daí começou o meu anseio de escrever uma obra que pudesse ajudar a ministros, e pregadores leigos. Primeiramente deixei durante muitos anos amadurecer esta idéia, enquanto a cada dia eu aprimorava a homilia em meus sermões. E também a desenvolvia dando aulas. E percebi ter chegado o momento. Preparei o laboratório, estabeleci a plataforma e dei início, ao que eu considero o que de melhor já escrevi. Assim a considero pela autenticidade empregada, pela importância e necessidade da mesma. A obra está escrita de forma bem concisa e direta.
O Manual do Pregador foi escrito com utilização de algumas fontes, mas deixo claro que pessoalmente eu pratico a Homilia, e muito do que aqui está escrito, faz parte da minha vida hodierna de ministro e de pregador da palavra de Deus.
O principal objetivo da obra é de forma didática e simples, trazer técnicas e informações que colabore com todos que almeje ser um arauto das verdades eternas de Jeová e àqueles que já o são. Até mesmo àqueles que acham que não têm uma chamada especifica podem lograr êxito se acompanhar com atenção, dedicação, amor, e colocar em prática. E assim preparar lindos Sermões.
Outro dos objetivos do Manual do Pregador, é demonstrar que não basta somente ter uma chamada para ser ministro e pregador. Existem outras demandas que são necessárias àqueles que se propõem, e se entregam para o trabalho de nosso Raboni dos Rabis, Jesus Cristo. O Apóstolo Paulo descreveu o que é necessário ao obreiro nas sublimes palavras: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade ( 2 Tm. 2:15 ).”
Creio que se qualquer pregador buscar primeiro o reino de Deus, amar todo tipo de pessoas, estudar a obra da pregação, e preparar-se para a eficiência no púlpito, conforme os ideais e os ensinamentos traçados no Manual do Pregador; poderá crescer ano, após ano, como despenseiro do Reino de Deus.
J. Miguel Arcanjo

INTRODUÇÃO
Existe uma gama de materiais sobre homilética e reconheço que o assunto em si é bem complexo e diversificado. Creio inclusive que foi a diversidade e complexidade sobre o assunto que afastou alguns pregadores de praticar a homilia, procurando um caminho aparentemente melhor e mais fácil para prosseguir no ministério da palavra.
Pensando nisso, decidi escrever uma obra que de maneira mais simples pudesse ajudar e orientar os pregadores e ministros da atualidade; o Manual do Pregador. Que na verdade não é uma obra que ensina em sua real totalidade a homilética; mas os caminhos homiléticos a seguir. E de forma bem objetiva o que é de mais necessário para que os homens de Deus se tornem bons oradores, as verdades de Deus sejam proclamadas, e os objetivos possam ser atingidos.
Quando se lê o título Manual do pregador, a primeira impressão que nos trás é que a obra é um conjunto de normas e regras que se possa seguir passo a passo, para que um objetivo seja alcançado. Pois é exatamente esta a nossa proposta. Mas os ensinamentos e didática aqui exarados precisam serem estudados, analisados e colocados em prática. Nada na vida é conseguido com facilidade, ainda mais se tratando das coisas referentes ao Reino de Deus. E a homilia só é assimilada e desenvolvida quando praticada.
A pregação, chamada por Andrew H. Blackwood de a obra do pregador perdeu em nossos dias um pouco da importância que sempre deveria ter. Tão importante que Jesus o filho unigênito de Deus, quando veio ou mundo dela fez uso com unção, autoridade e conhecimentos, inigualáveis; sendo Ele o maior pregador de todos os tempos.
Quando pregamos baseados nos Evangelhos e vemos o que Jesus era, o que disse, fez e como sofreu, lembremo-nos de fazer aplicação no indicativo presente. Nunca pregues a cerca de Jesus histórico. Pregue a cerca do Cristo vivo e soberano. Não é porque viveu, mas porque vive que nós temos vida também. Não é porque a imaginação histórica é muito desenvolvida, de maneira que possamos tornar vividas as páginas dos Evangelhos e nos sentirmos comovidos, como numa cena bela de uma peça teatral. Não, não é por esta razão que somos salvos, mas porque confessamos com nossa boca e cremos no nosso coração, que Jesus ressuscitou dos mortos. A fé sempre tem, já aqui, o seu objetivo, e onde não houver fé, não há religião”.
A pregação continua sendo o meio mais eficaz de proclamar e anunciar as boas novas do evangelho e salvação.
Atualmente, ainda que seja o tempo resumido para a palavra, a pregação precisa ter eloquência, poder e dinamismo, para que possa alcançar o plenário de maneira que, mesmo sendo heterogêneo, todos sejam alcançados. Alguns utilizam artifícios que a Bíblia não dá respaldo, e fazem mais movimento emocional do que a pregação da palavra propriamente dita. Como diz um pastor e amigo, é somente oba, oba... e nada mais.
O pregador e ministro para continuar a realizar sua obra (pregação), precisa de se preparar devidamente para continuar o santo ministério; e o Manual do Pregador chega para somar.