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APOLOGÉTICA
A DEFESA DO CRISTIANISMO

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APOLOGÉTICA
Uma necessidade Atual
Introdução a apologética
Breve teremos importantes materiais adicionados

Muitos confundem apologia com discussão.
Apologia não é discutir e sim defender.
A apologética consiste, portanto, na área da teologia que se preocupa em defender intelectual e racionalmente a fé cristã histórica. Trata-se de um dever cristão, pois, embora a defesa não seja de fato necessária, as pessoas a quem quereremos alcançar com a graça salvadora de Jesus Cristo precisam dela. Nesse sentido, então, a apologética faz parte da evangelização, tarefa que nos foi confiada por Jesus Cristo. ( Mt. 28;19 e 20 - At. 1;8).

OS DEZ MANDAMENTOS DO APOLOGISTA CRISTÃO
1 - Discuta com Amor
O amor deve estar acima da verdade. Nunca desqualifique moralmente o autor de uma idéia inaceitável. Lembre-se que fortalecer a fé cristã é sua tarefa primeira, e ela advém de uma chamada para servir aos necessitados no campo intelectual. Diga a verdade com amor ( Ef. 4:15). O fruto do Espírito deve estar presente no espírito do apologista. (Gl. 5:22).

2 - Seja Humilde
Purifique-se de todo desejo de vitória e presunção intelectual, deixando-os de lado. Você não é dono da verdade. Embora tenhamos a verdade, somos seus intérpretes, não seus proprietários. Somos testemunhos da Verdade ( Jo. 18:17), samos seus formuladores.

3 – Amplie seus Conhecimentos Bíblicos de Modo a Tornar sua Mente cada Vez mais Bíblica.
Embora a razão seja indispensável, ela não sobrepuja a revelaação. Para estudar a Bíblia, use todos os recursos de que dispuser, como comentários, dicionários, Bíblias, de estudo, ensaios teológicos e afins.

4 – Cresça no Aprendizado da Reflexão e da Pesquisa Lógica e Racional
Trata-se de uma aventura para toda a vida. Verifique sempre os fatos e os argumentos. Pense clara e corretamente. Cuidado ao argumentar, em especial ao apelar para a autoridade de terceiros ( uma prova de que estamos certos é o que fulano disse) ou tocar na sensibilidade alheia ( as pessoas inteligentes concordam que...). nunca deixe de refletir; pensar e duvidar; questionar; pesquisar.

5 – Mantenha a Autocrítica
Não se limite a criticar o que ouve ou lê; critique o que você pensa e diz. O crivo é a Palavra de Deus, não a razão ou a tradição.

6 – Comece do Princípio
Ao estudar um assunto, comece por questionar o fundamental. Veja como o autor ou a ideologia estudados encaram a Bíblia, a pessoa de Jesus Cristo, por exemplo. Reúna todos os dados. Leia tudo o que for possível sobre uma determinada questão, criticando os argumentos dos autores, mesmo aqueles com os quais concorde., disponha-se a gastar tempo. Não se contente com uma visão superficial, nem caricatural do tema. Procure dominar o assunto.

7 – Ouça Sempre o Outro Lado
Fundamente seus argumentos a partir de fontes primárias. Se discordar do autor, faça-o a partir dos escritos dele, e, não na opinião de terceiros.
A honestidade intelectual não pode ser infamada, nem por uma boa causa.

8 – Firme-se no Foco, na Meta da Apologética
Não confunda polêmica, que trata de questões doutrinárias entre confissões cristãs, com apologética, um método de evangelização a partir da defesa da fé cristã bíblica.

9 – Contribua Para Pôr a Razão Em Seu Devido Lugar
A razão é essencial, mas não tudo. O racionalismo consiste num tipo de reducionismo porque reduz a vida a uma só dimensão. Cuide para que a razão não seja entronizada no altar. Ela é apenas um instrumento para a compreensão e também deve ser um instrumento para a felicidade.

10 – Dependa do Poder do Espírito Santo
Não alimente a pretensão de que você pode convencer as pessoas de seu pecado, do juízo que lhes sobrevirá e da necessidade de arrependimento. Essa tarefa é do Espírito Santo. Você é apenas um instrumento. Não espere resultados como frutos de sua competência.

OS CRÍTICOS COSTUMAM USAR A PRÓPRIA BÍBLIA E HISTÓRIA
É um erro inaceitável fazer de conta que nada aconteceu. Porque muitos fatos da história contradizem o ensino e a prática dos ensinamentos de Jesus Cristo.

ENTÃO O QUE PRECISAMOS FAZER?

1 – Não precisamos negar a história. Precisamos, sim, de uma consciência crítica que nos ajude a ver os erros dos outros e os nossos, do passado e de hoje.
É incômodo tomar conhecimentos de nossas mazelas, mas é necessário. Precisamos conhecer nossa história, com realizações positivas e seus equívocos. O triunfalismo não nos ajuda em nossa reflexão. Nosso modelo historiográfico deve ser o Antigo Testamento: quando Abraão, Moisés e Davi pecaram, seus erros foram publicados. Nada foi escondido.

2 – Peçamos Perdão
Precisamos pedir perdão pelos erros do passado, seja o silêncio majoritário na Alemanha, seja o silêncio conivente na ditadura brasileira nos anos 60. um bom exemplo foi o gesto de alguns cristãos por ocasião dos 900 anos da primeira cruzada ( 996), quando um grupo de cristãos europeus fez uma manifestação, em que pediam perdão por aqueles que em nome de Cristo, saquearam e mataram, agindo, assim, contrariamente aos propósitos de Cristo.
O pedido de perdão foi feito nos seguintes termos “Desejamos retomar os passos dos cruzados para pedir desculpas por seus atos e para demonstrar o verdadeiro significado da cruz. Lamentamos profundamente as atrocidades cometidas em nome de Cristo por nossos antecessores. Renunciamos a ganância, ao ódio e ao medo e condenamos toda violência em nome de Jesus Cristo. Eles estavam motivados pelo ódio e pelo preconceito, mas nós oferecemos o amor e a fraternidade. Jesus o Messias, veio para dar vida. Perdoem por permitir que seu nome fosse associado com a morte.”
No Brasil dos anos 60, os batistas se feriram e se dividiram por causa da doutrina do Espírito Santo, permanecendo uns na convenção Batista Brasileira, e autor fundando a Convenção Batista Nacional. Os lados em questão se ofenderam, pecando de forma triste e criticável. Quarenta anos depois, os batistas “nacionais” escreveram uma carta pedindo perdão.

3 – Vigiemos Para Não Cair
Precisamos cuidar para não cometer os erros que hoje, à distância, condenamos. Se formos humildes, reconheceremos que a violência pode nos acompanhar. Tendemos a confundir defesa. Tendemos a confundir defesa de princípios com ataques pessoais.
Conhecer os esforços daquele que lutaram contra a violência nos ajuda a olhar para nós mesmos, para que jamais esqueçamos a regra de Jesus, que consiste sempre em caminhar a segunda milha.
Cuidemos para não praticar a violência no plano eclesiástico. Devemos defender idéias e podemos eleger métodos, mas não podemos impor idéias, nem ridicularizar os métodos alheios..
Sejamos mais pacíficos em casa e na e na igreja. Se todos tivermos a certeza de que Deus fará, não teremos o desejo de “facilitar-lhe” as coisas.

4 – Continuemos Pregando
Devemos continuar pregando, porque o Evangelho é o poder de Deus pára todo aquele que crê (Rm.1:16). Não há motivo para nos envergonhar. Daquilo que nos envergonhamos, pedimos perdão. O mundo precisa de Cristo para alcançar a paz.
Devemos pedir ao Espírito Santo que nos ajude a desenvolver a paz e a mansidão como dimensões necessárias, embora difíceis, da verdadeira vida cristã.
Olhemos para nós mesmos, mas fixemos-nos em Jesus, sempre suave, gracioso, nas palavras e ações. São os mansos que herdarão a terra. (Mt. 5:5).