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ILUSTRAÇÕES

VOCÊ ENTENDE JOÃO 3:16?

Na cidade de São Paulo, numa noite fria e escura de inverno, próximo a uma esquina por onde passavam várias pessoas, um garotinho vendia balas a fim de conseguir alguns trocados. Mas o frio estava intenso e as pessoas já não paravam mais quando ele as chamava.
Sem conseguir vender mais nenhuma bala, ele sentou na escada em frente a uma loja e ficou observando o movimento das pessoas.
Sem que ele percebesse, um policial se aproximou. "Está perdido, filho?" O garoto meneou a cabeça.
"Só estou pensando onde vou passar a noite hoje... normalmente durmo em minha caixa de papelão, perto do correio, mas hoje o frio está terrível.. O senhor sabe me dizer se há algum lugar onde eu possa passar esta noite?"
O policial mirou-o por uns instantes e coçou a cabeça, pensativo.
"Se você descer por esta rua", disse ele apontando o polegar na direção de uma rua, à esquerda, "lá embaixo vai encontrar um casarão branco, chegando lá, bata na porta e quando atenderem apenas diga João 3:16.
Assim fez o garoto.
Desceu a rua estreita e quando chegou em frente ao casarão branco, subiu os degraus da escada e bateu na porta. Quem atendeu foi uma mulher idosa, de feição bondosa. "João 3:16", disse ele, sem entender direito.
"Entre, meu filho". A voz era meiga e agradável. Assim que ele entrou, foi conduzido por ela até a cozinha onde havia uma cadeira de balanço antiga, bem ao lado de um velho fogão de lenha acesso.
"Sente-se, filho, e espere um instantinho, tá?" O garoto se sentou e, enquanto observava a velha e bondosa mulher se afastar, pensou consigo mesmo:
"João 3:16... Eu não entendo o que isso significa, mas sei que aquece a um garoto com frio".
Pouco tempo depois a mulher voltou. "Você está com fome?", perguntou ela.
"Estou um pouquinho, sim... há dois dias não como nada e meu estômago já começa a roncar..." A mulher então o levou até a sala de jantar,onde havia uma mesa repleta de comida. Rapidamente o garoto sentou-se à mesa e começou a comer; comeu de tudo, até não agüentar mais. Então ele pensou consigo mesmo: "João 3:16... Eu não entendo o que isso significa, mas sei que mata a fome de um garoto faminto".
Depois a bondosa senhora o levou ao andar superior, onde se encontrava um quartinho com uma banheira cheia de água quente. O garoto só esperou que a mulher se afastasse e então rapidamente se despiu e tomou um belo banho, como há muito tempo não fazia. Enquanto esfregava a bucha pelo corpo pensou consigo mesmo: "João 3:16... Eu não entendo o que isso significa, mas sei que torna limpo um garoto que há muito tempo estava sujo. Cerca de meia hora depois a velha e bondosa mulher voltou e levou o garoto até um quarto onde havia uma cama de madeira, antiga, mas grande e confortável. Ela o abraçou, deu-lhe um beijo na testa e, após deitá-lo na cama, desligou a luz e saiu. Ele se virou para o canto e ficou imóvel, observando a garoa que caía do outro lado do vidro da janela. E ali, confortável como nunca, ele pensou consigo mesmo: "João 3:16... Eu não entendo o que isso significa, mas sei que dá repouso a um garoto cansado".
No outro dia, de manhã, a bondosa senhora preparou uma bela e farta mesa e o convidou para o café da manhã. Quando o garoto terminou de comer, ela o levou até a cadeira de balanço, próximo ao fogão de lenha. Depois seguiu até uma prateleira e apanhou um livro grande, de capa escura. Era uma Bíblia. Ela voltou, sentou-se numa outra cadeira, próximo ao garoto e olhou dentro dos olhos dele, de maneira doce e amigável.
"Você entende João 3:16, filho?"
"Não, senhora... eu não entendo... A primeira vez que ouvi isso foi ontem à noite... um policial que falou...".
Ela concordou com a cabeça, abriu a Bíblia em João 3:16 e começou a explicar sobre Jesus. E ali, aquecido junto ao velho fogão de lenha, o garoto entregou o coração e a vida a Jesus. E enquanto lágrimas de felicidade deixavam seus olhos e rolavam face à baixo, ele pensou consigo mesmo: "João 3:16... ainda não entendo muito bem o que isso significa, mas agora sei que isso faz um garoto perdido se sentir realmente seguro". Eu tenho de confessar uma coisa, eu também não entendo como Deus pôde mandar Seu Filho para morrer por nós e também não entendo como Jesus concordou com tal coisa. Eu não compreendo a agonia do Pai e de todos os anjos no Céu enquanto viam Jesus sofrer e morrer por nós. Eu não entendo esse imenso amor que Jesus teve por nós, ao ponto de ser crucificado na cruz. Eu não entendo muito bem, mas estou certo que isso faz a vida valer a pena!!!
Pois Deus amou o mundo de tal maneira, que deu Seu único Filho para que todo aquele que nEle crê, não pereça, mas tenha a vida eterna (João 3:16).
Deus não mandou Jesus para condenar o mundo, mas sim para salvá-lo.
Aquele que crer em Jesus não será condenado, mas terá a vida eterna!

O MAL EXISTE?
Um professor ateu desafiou seus alunos com esta pergunta:

- Deus fez tudo que existe?

Um estudante respondeu corajosamente:

- Sim, fez!
- Deus fez tudo, mesmo?
- Sim, professor - respondeu o jovem.

O professor replicou:

- Se Deus fez todas as coisas, então Deus fez o mal, pois o mal existe, e considerando-se que nossas ações são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau.

O estudante calou-se diante de tal resposta e o professor, feliz, se vangloriava de haver provado uma vez mais que a Fé era um mito.
Outro estudante levantou sua mão e disse:

- Posso lhe fazer uma pergunta, professor?
- Sem dúvida, respondeu-lhe o professor.

O jovem ficou de pé e perguntou:

- Professor, o frio existe?
- Mas que pergunta é essa? Claro que existe, você por acaso nunca sentiu frio?

O rapaz respondeu:

- Na verdade, professor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é ausência de calor. Todo corpo ou objeto pode ser estudado quando tem ou transmite energia, mas é o calor e não o frio que faz com que tal corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Criamos esse termo para descrever como nos sentimos quando nos falta o calor.

- E a escuridão, existe? - continuou o estudante.

O professor respondeu:

- Mas é claro que sim.

O estudante respondeu:

- Novamente o senhor se engana, a escuridão tampouco existe. A escuridão é na verdade a ausência de luz. Podemos estudar a luz, mas a escuridão não. O prisma de Newton decompõe a luz branca nas varias cores de que se compõe, com seus diferentes comprimentos de onda. A escuridão não. Um simples raio de luz rasga as trevas e ilumina a superfície que a luz toca. Como se faz para determinar quão escuro está um determinado local do espaço? Apenas com base na quantidade de luz presente nesse local, não é mesmo? Escuridão é um termo que o homem criou para descrever o que acontece quando não há luz presente.

Finalmente, o jovem estudante perguntou ao professor:
- Diga, professor, o mal existe?

Ele respondeu:

- Claro que existe. Como eu disse no início da aula, vemos roubos, crimes e violência diariamente em todas as partes do mundo, essas coisas são o mal.

Então o estudante respondeu:

- O mal não existe, professor, ou ao menos não existe por si só. O mal é simplesmente a ausência de Deus. É, como nos casos anteriores, um termo que o homem criou para descrever essa ausência de Deus. Deus não criou o mal. Não é como a Fé ou o Amor, que existem como existe a Luz e o Calor.
O mal resulta de que a humanidade não tenha Deus presente em seus corações. É como o frio que surge quando não há calor, ou a escuridão que acontece quando não há luz.

A TIGELA DE MADEIRA
Um senhor de idade foi morar com seu filho, nora e o netinho de quatro anos de idade. As mãos do velho eram trêmulas, sua visão embaçada e seus passos vacilantes.

A família comia reunida à mesa. Mas, as mãos trêmulas e a visão falha do avô o atrapalhavam na hora de comer. Ervilhas rolavam de sua colher e caíam no chão. Quando pegava o copo, leite era derramado na toalha da mesa.

O filho e a nora irritaram-se com a bagunça. "Precisamos tomar uma providência com respeito ao papai", disse o filho. Já tivemos suficiente leite derramado, barulho de gente comendo com a boca aberta e comida pelo chão."

Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho da cozinha. Ali, o avô comia sozinho enquanto o restante da família fazia as refeições à mesa, com satisfação.

Desde que o velho quebrara um ou dois pratos, sua comida agora era servida numa tigela de madeira. Quando a família olhava para o avô sentado ali sozinho, às vezes ele tinha lágrimas em seus olhos. Mesmo assim, as únicas palavras que lhe diziam eram admoestações ásperas quando ele deixava um talher ou comida cair ao chão.

O menino de 4 anos de idade assistia a tudo em silêncio. Uma noite, antes do jantar, o pai percebeu que o filho pequeno estava no chão, manuseando pedaços de madeira. Ele perguntou delicadamente à criança:
-"O que você está fazendo?"
O menino respondeu docemente:
-"Oh, estou fazendo uma tigela para você e mamãe comerem, quando eu crescer."

O garoto de quatro anos de idade sorriu e voltou ao trabalho. Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais que eles ficaram mudos. Então lágrimas começaram a escorrer de seus olhos. Embora ninguém tivesse falado nada, ambos sabiam o que precisava ser feito.

Naquela noite o pai tomou o avô pelas mãos e gentilmente conduziu-o à mesa da família. Dali para frente e até o final de seus dias ele comeu todas as refeições com a família. E por alguma razão, o marido e a esposa não se importavam mais quando um garfo caía, leite era derramado ou a toalha da mesa sujava.


O SENTIDO DOS GANSOS

Quando se vê bandos de gansos voando rumo ao sul, formando um grande "V" no céu, indaga-se o que a ciência já descobriu sobre o porquê de voarem dessa forma. Sabe-se que, quando cada ave bate as asas, move o ar para cima, ajudando a sustentar a ave imediatamente de trás. Ao voar de forma "V", o bando se beneficia de pelo menos 71% a mais de força de vôo do que uma ave voando sozinha.
Sempre que um ganso sai do bando, sente subitamente o esforço e a resistência necessária para continuar voando sozinho. Rapidamente, ele entra outra vez em formação para aproveitar o deslocamento de ar provocado pela ave que voa imediatamente à sua frente.
Quando o ganso líder se cansa, ele muda de posição dentro da formação e outro ganso assume a liderança.
Os gansos de trás gritam, encorajando os da frente para que mantenham a velocidade.
Finalmente, quando um ganso fica doente ou é ferido por um tiro e cai, dois gansos saem da formação e o acompanham para ajudá-lo e protegê-lo. Ficam com ele até que consiga voar novamente ou até que morra.
Só então levantam vôo sozinhos ou em outra formação a fim de alcançar seu bando.
Se Buscarmos Também O Sentido Dos Gansos, Ficaremos Um Ao Lado Do Outro.

O HOMEM QUE NÃO ACREDITAVA EM DEUS

Certo farmacêutico de uma pequena cidade do interior não acreditava em Deus. Era muito conhecido no lugar e tinha muitos amigos, alguns dos quais eram evangélicos e sempre procuravam falar de Deus e do seu amor para com o ser humano. No entanto, o homem sempre se negava a falar sobre o assunto.
“Falo sobre qualquer coisa, menos sobre Deus, porque não acredito que ele existe”, dizia o homem.
Até que um dia, quando o homem estava fechando seu estabelecimento, algo diferente aconteceu.
Um garoto que ele nunca tinha visto chegou a sua farmácia correndo.
Cansado e quase sem conseguir falar, o menino pediu um remédio para curar um problema de coração da mãe dele.
O menino não tinha dinheiro, mas afirmou que no dia seguinte voltaria à farmácia trazendo o dinheiro.
O farmacêutico passava por problemas financeiros porque as vendas estavam muitos fracas, mas mesmo assim ele acreditou na sinceridade do garoto e o deixou ir com o remédio.
Depois que o menino sumiu na estrada, ele continua arrumando os remédios e pensando no que havia acabado de fazer. Até que ao observar a prateleira de onde retirou o remédio ele percebeu que havia entregado o remédio errado para o menino.
Desesperado ele correu atrás do garoto. Dobrou quatro esquinas e não mais encontrou o menino. Então voltou para a farmácia, desesperado com a possibilidade da mãe do garoto morrer por causa do remédio errado.
Consumido pelo desespero, ele, que não acreditava em Deus, resolveu então orar.
“Senhor, eu não acredito em Ti, mas se Tu livrares esta mulher da morte, eu passarei a acreditar em Ti”.
Mal ele terminava de orar, deparou-se com o mesmo garoto entrando na farmácia com o vidro do remédio todo quebrado nas mãos.
“Meu senhor, de tão apressado que estava, acabei tropeçando e quebrei o frasco de remédio. Por favor, me venda outra e manhã mesmo volto para lhe pagar os dois vidros”.
Com os olhos cheios d’água, ele abraçou-se ao garoto e disse: “Não precisa me pagar nada, porque o que você meu deu hoje não tem preço”.
Desde aquele dia, o farmacêutico nunca mais duvidou da existência de Deus e do seu poder em salvar a vida das pessoas.

DEUS E A LARANJA
Certo homem que não acreditava em Deus conversava com um jovem cristão a cerca do evangelho, numa manhã de domingo, em uma feira. Por muitas vezes e de várias maneiras, o rapaz tentou convencer o homem que se dizia ateu a receber estudos bíblicos e freqüentar a igreja para depois tirar uma conclusão a respeito da existência de Deus.
Como o homem parecia irredutível em aceitar o apelo do jovem, este descascou uma laranja que tinha nas mãos e começou a chupá-la, enquanto o diálogo continuava.
Em determinado momento, o jovem perguntou ao homem se aquela laranja estava boa.
Com ar de surpreso, ele respondeu com uma outra pergunta: “Como vou saber se a laranja é boa se não
estou provando?”.
Imediatamente o jovem cristão devolveu: “Assim é Deus. Como você saberá se Ele e sua Igreja são bons ou ruins se você não provar primeiro?”
Muitos há nesse mundo que necessitam experimentar o verdadeiro cristianismo e suas bênçãos para poderem dar valor ao que Deus tem reservado para nós.

O BOM ANCIÃO
Recém chegado à cidade, o novo pastor não conhecia quase nenhum dos membros de suas quatro igrejas. Numa rápida passagem pelas congregações, o pastor conheceu apenas alguns anciãos.
Menos de uma semana depois de ter chegado à cidade, ele recebeu em sua casa a inesperada visita do delegado, já por volta das 10 horas da noite.
Preocupado, ele não fazia a mínima idéia do que faria ali o delegado.
Muito desconfiado, abriu a porta e deixou que o homem da lei entrasse.
Com ar muito sério, o delegado perguntou se o seu João era membro da igreja do pastor.
Seu João era nada menos que o ancião espiritual da maior igreja da cidade.
Todo desconsertado, o pastor não sabia o que responder e, meio gaguejando, ele disse: “O seu João…o seu João … bem, ele … freqüenta nossa igreja, sim”.
Depois de responder, ele passou a ouvir atentamente o que disse o delegado.
“Pois fique sabendo, pastor, que aquele homem é uma bênção na nossa rua. Por causa dele muitas pessoas foram convertidas. E hoje vim lhe procurar para dizer que eu também quero aceitar Jesus”.
Agora, o pastor mudou totalmente sua fisionomia preocupada e respondeu cheio de orgulho: “Ah, o irmão João é na verdade o ancião de minha igreja. Na minha ausência, ele é uma espécie de pastor”.
Essa lição nos mostra o quanto o testemunho é importante e o quanto muitas vezes nos enganamos com as pessoas.

A CORRIDA DE MIKE
Mike foi acordado pelo som do despertador, indicando que já eram 6 horas da manhã, hora de se levantar e ir para a escola. No entanto, ele continuou dormindo por mais um hora. Até que se deu conta que deveria agir rápido, caso contrário o portão da escola seria fechado.
Tomou um banho rápido, mal conseguiu fazer o desjejum e saiu em desabalada carreira até sua escola, que ficava a cinco quarteirões de sua casa. Ele correu o mais rápido que suas finas e desengonçadas pernas poderiam. Mas, quando chegou em frente ao portão da escola, este já estava fechado. Eram 7h30.
Desolado, Mike sentou-se no meio-fio e começou a lamentar por ter perdido a aula naquele dia. Até que o vigia da escola, pela janela do portão, lhe disse: “É, Mike, parece que você não correu o suficiente”.
Ainda triste, Mike respondeu: “Até que eu corri o suficiente sim. Acontece que eu comecei a me preparar tarde demais”.
Isso é que o acontece hoje com muitos cristãos, que querem se preparar para a vinda de Cristo daqui a mais alguns anos e se esquecem que ele pode voltar a qualquer momento.

MARQUINHOS, O BOM SAMARITANO
O dedicado irmão João chegou de madrugada a uma cidade vizinha, onde aconteceria um congresso. Embora o ônibus o tivesse deixado na estação rodoviária mais cedo do que ele esperava, ele resolveu seguir direto para o local da programação.
Eram quase 7 horas da manhã, e a rua estava deserta, quando João foi atacado por três assaltantes que lhe espancaram e o deixaram desmaiado na porta de um bar. Os ladrões levaram dinheiro, a bolsa de viagem e até a bíblia.
Quinze minutos depois passa por ali, o diácono da igreja, que teria de chegar cedo para fazer os preparativos do congresso. Porém, ao olhar para o homem caído, ele passou para o outro lado da rua, achando que João era apenas um bêbado.
Pouco tempo depois passa por lá o ancião da igreja, o qual ao ver o homem caído também pensa se tratar de um alcoólatra. Ele ainda olha para João, depois olha para o relógio e imagina estar muito atrasado. “Se eu não estivesse tão atrasado, até que pararia para ajudar este bêbado”, reflete.
Já eram quase oito horas quando passa pela rua o pastor da igreja, dirigindo o seu carro. Ele observa o bêbado e, da mesma forma que o ancião, olha para o relógio e segue em frente por estar muito apressado.
Há muito tempo afastado da igreja, o jovem Marquinhos também resolveu participar do congresso. Já eram oito horas em ponto quando ele passou e viu João caído na rua. Sem pensar duas vezes, ele pára o carro, coloca o ferido dentro e o leva para o hospital.
Talvez Marquinhos até pensasse que João também era um bêbado, mas ele nem pensou nisso, preferiu mesmo foi ajudar seu irmão.
A única diferença entre um bêbado caído numa calçada e um irmão que canta e ora na igreja é que o primeiro ainda não atendeu o chamado do Salvador, mas, mesmo assim, Deus ama os dois com a mesma intensidade.

DEUS E A DOR
Certo evangelista tentava convencer um ateu sobre a existência de Deus e seu poder para transformar a vida de qualquer pessoa disposta a aceitá-lo.
No entanto, o ateu retrucava que não havia nada concreto neste mundo que comprovasse a existência de Deus. “Eu sei que uma árvore existe porque eu a vejo e posso tocá-la, e o mesmo exemplo se aplica a você, a mim e várias outras coisas que existem. Mas, quanto a Deus, qual a prova da existência dele?”, questionava o descrente.
Como já tivesse tentado de várias formas e não havia obtido êxito, o pregador passou a olhar para o ateu fixamente e percebeu que ele tinha um enorme corte no braço.
Tocado pelo Espírito Santo, o evangelista perguntou: “Quando você sofreu esse golpe, sentiu muita dor?”, ao que o ateu respondeu que sim.
O pregador continuou: “Como era a dor? Qual a altura da dor? Qual o jeito da dor? Qual a cor dessa dor?”
Para tais perguntas, o ateu disse não ter resposta.
Então, o pregador novamente questionou: “Então, como você sabe que a dor existia?”
Sem pensar duas vezes, ele respondeu: “Porque eu senti a dor”
Da mesma forma, é Jesus. Eu sei que ele existe não por que ele apareceu para mim e disse, mas porque eu sinto a presença e o poder de Deus em cada segundo de minha vida”.

O PRÉDIO EM RUÍNAS
Um empresário interessado em comprar um prédio para montar uma empresa procurou uma imobiliária. O agente então o levou para um edifício muito grande e bem localizado. No entanto, o lugar estava totalmente deteriorado. Paredes rachadas, vidraças quebradas, entulhos por toda a parte.
E sempre que o empresário olhava para as ruínas, o agente imobiliário dizia que em breve a imobiliária faria uma pequena reforma para melhorar o aspecto do prédio.
No final da visita, o empresário disse que estava interessado em comprar o imóvel e não pediu nem desconto no preço.
Surpreso e ao mesmo alegre, o agente disse que só iria mandar fazer a reforma o mais rápido possível para assim entregar o edifício ao empresário.
Ele, porém, disse que não precisava. “Pode deixar tudo do jeito que está, porque eu vou demolir o prédio inteiro. Quero aproveitar apenas o terreno.
A mesma coisa Jesus quer fazer com você. Não pense primeiro em ajeitar a sua vida e deixar seus vícios, para só então se entregar a Jesus. Vá a Ele do jeito que você está, e o Salvador o receberá de braços abertos. Afinal, ele quer mudar a sua vida totalmente, sem deixar nenhum resquício de pecado para trás.

O MENINO QUE RISCOU O CARRO
O pai estava feliz da vida com o novo carro. Todos os dias perdia tempo, lavando e dando um brilho no veículo, que às vezes nem dava a devida atenção para a família.
Indiferente ao amor que o pai sentia pelo carro, o menino passou a brincar na garagem com um pequeno prego. Desavisado e inocente, o menino passou a riscar a lataria do automóvel.
Ao ver o carro riscado, o pai perguntou ao filho quem havia feito aquilo. O menino então confessou, pois temia ser castigado caso mentisse.
Completamente tomado pela ira, o pai, fora de si, aplicou várias palmatoradas na mão direita do menino. Tamanha foi a surra, que o garoto chegou a ficar desacordado, e teve mão amputada devido à gangrena provocada pelo espancamento.
Ao sair do hospital e voltar para casa, o menino observou que o carro de seu pai já estava com a pintura toda reformada.
Inocente, a criança disse ao pai: “Fico feliz pelas raladuras na pintura do carro terem sumido. E minha mãozinha, quando vai nascer de novo?”
Só Deus é verdadeiramente capaz de perdoar erros grandes e pequenos que cometemos. Ele transforma corações verdadeiramente arrependidos.

AMOR PURO
Certo tempo atrás, um homem castigou sua filhinha de 3 anos por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado.
O dinheiro andava escasso naqueles dias, razão pela qual o homem ficou furioso ao ver a menina envolvendo uma caixinha com aquele papel dourado e colocá-la debaixo da árvore de Natal.
Apesar de tudo, na manhã seguinte, a menininha levou o presente a seu pai e disse: "Isto é prá você, paizinho!". Ele sentiu-se envergonhado da sua furiosa reação, mas voltou a "explodir" quando viu que a caixa estava vazia.
Gritou dizendo: "Você não sabe que quando se dá um presente a alguém, a gente coloca alguma coisa dentro da caixa?"
A pequena menina olhou para cima com lágrima nos olhos e disse:
"Oh, Paizinho, não está vazia. Eu soprei beijos dentro da caixa. Todos para você, Papai."
O pai quase morreu de vergonha, abraçou a menina e suplicou que ela o perdoasse.
Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado de sua cama por anos e sempre que se sentia triste, chateado, deprimido, ele tomava da caixa um beijo imaginário e recordava o amor que sua filha havia posto ali.
De uma forma simples, mas sensível, cada um de nós humanos temos recebido uma caixinha dourada, cheia de amor incondicional e beijos de nossos pais, filhos, irmãos e amigos.....
Ninguém poderá ter uma propriedade ou posse mais bonita que esta.

AINDA HÁ TEMPO
Era uma vez um garoto que nasceu com uma doença que não tinha cura.
Tinha 17 anos e podia morrer a qualquer momento. Sempre viveu na casa de seus pais, sob o cuidado constante de sua mãe.
Um dia decidiu sair sozinho e, com a permissão da mãe, caminhou pela quadra, olhando as vitrines e as pessoas que passavam. Ao passar por uma loja de discos, notou a presença de uma garota, mais ou menos de sua idade, que parecia ser feita de ternura e beleza.
Foi amor à primeira vista. Abriu a porta e entrou, sem olhar para mais nada que não a sua amada. Aproximando-se timidamente, chegou ao balcão onde ela estava.
Quando o viu, ela deu-lhe um sorriso e perguntou se podia ajudá-lo em alguma coisa.
Era o sorriso mais lindo que ele já havia visto, e a emoção foi tão forte que ele mal conseguiu dizer que queria comprar um CD.
Pegou o primeiro que encontrou, sem olhar de quem era, e disse “Esse aqui”.
“Quer que embrulhe para presente?” Perguntou a garota sorrindo ainda mais e ele mexeu com a cabeça para dizer que sim. Ela saiu do balcão e voltou, pouco depois, com o CD muito bem embalado. Ele pegou o pacote e saiu, louco de vontade de ficar por ali, admirando aquela figura divina.
Daquele dia em diante, todas as tardes voltava à loja de discos e comprava um CD qualquer. Todas às vezes a garota deixava o balcão e voltava com um embrulho cada vez mais bem feito, que ele guardava no closet, sem nem abrir. Ele estava apaixonado, mas tinha medo da reação dela, e assim, por mais que ela sempre o recebesse com um sorriso doce, não tinha coragem para convidá-la para sair e conversar. Comentou isto com sua mãe e ela o incentivou muito a chamá-la para sair. Um dia ele se encheu de coragem e foi para a loja. Como todos os dias, comprou um CD e, como sempre, ela foi embrulhá-lo. Quando ela não estava vendo, escondeu um papel com seu nome e telefone no balcão e saiu da loja correndo.
No dia seguinte o telefone tocou e a mãe do jovem atendeu. Era a garota perguntando por ele. A mãe, desconsolada, nem perguntou quem era, começou a chorar e disse:
“Então você não sabe? Faleceu essa manhã!”
Mais tarde, a mãe entrou no quarto do filho, para olhar suas roupas e ficou surpresa com a quantidade de CDs, todos embrulhados. Ficou curiosa e decidiu abrir um deles. Ao fazê-lo, viu cair um pequeno pedaço de papel, onde estava escrito:
“Você é muito simpático, não quer me convidar para sair? Eu adoraria.”
Emocionada, a mãe abriu outro CD e dele também caiu um papel que dizia o mesmo, e assim todos quantos ela abriu traziam uma mensagem de carinho e esperança de conhecer aquele rapaz.
Assim é a vida: não espere demais para dizer a alguém especial aquilo que você sente. Diga-o já; amanhã pode ser muito tarde.
Esta mensagem foi escrita para fazer as pessoas refletirem e assim, pouco a pouco, ir mudando o mundo. Ela é para dizer que você é muito especial. Não deixe as coisas para amanhã. Pode ser que não dê mais tempo.

ACREDITAR
Havia no alto de uma montanha três árvores que sonhavam o que seriam depois de grandes.
A primeira olhando às estrelas disse: Eu quero ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros.
A segunda, olhando o riacho suspirou: Eu quero ser um navio grande para transportar reis e rainhas.
A terceira, olhou o vale e disse: Eu quero ficar aqui no alto da montanha e crescer tanto que as pessoas ao olharem para mim levantem os olhos e pensem em Deus.
Muitos anos se passaram e, certo dia, três lenhadores cortaram as árvores que estavam ansiosas em ser transformadas naquilo que sonhavam.
Mas os lenhadores não costumavam ouvir ou entender de sonhos...
Que pena!...
A primeira árvore acabou sendo transformada em um cocho de animais coberto de feno.
A segunda virou um simples barco de pesca, carregando pessoas e peixes todos os dias.
A terceira foi cortada em grossas vigas e colocada de um lado num depósito.
Então, desiludidas e tristes, as três perguntaram: Por que isso?
Entretanto, numa bela noite, cheia de luz e estrelas, uma jovem mulher colocou seu bebê recém nascido naquele cocho de animais e, de repente, a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo.
A segunda árvore estava transportando um homem que acabou por dormir no barco em que se transformara. E quando a tempestade quase afundou o barco, o homem levantou-se e disse: Paz!
E num relance, a segunda árvore entendeu que estava transportando o rei do céu e da terra.
Tempos mais tarde, numa sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando vigas foram unidas em forma de uma cruz e um homem foi pregado nela.
Logo sentiu-se horrível e cruel. Mas pouco depois, no domingo seguinte, o mundo vibrou de alegria. E a terceira árvore percebeu que nela havia sido pregado um homem para a salvação da humanidade, e que as pessoas sempre se lembrariam de Deus e de seu filho ao olharem para ela.
As árvores haviam tido sonhos e desejos, mas sua realização foi muitas vezes maior do que haviam imaginado.
Portanto, não devemos esquecer:
“Não importa o tamanho do seu sonho, acreditando nele, nossa vida ficará mais bonita e muito melhor para ser vivida...”

A RAPOSA E O LENHADOR
Existiu um lenhador que acordava ás 6 horas da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, e só parava tarde da noite.
Esse lenhador tinha um filho, lindo, de poucos meses, e uma raposa, sua amiga, que tratava como bicho de estima e de sua total confiança.
Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando de seu filho.
Todas as noites, ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com sua chegada. Os vizinhos do lenhador alertavam que a raposa era um bicho, um animal selvagem e, portanto não era confiável.
Quando ela sentisse fome, comeria a criança.
O lenhador, sempre retrucando com os vizinhos, falava que isso era uma grande bobagem.
A raposa era sua amiga e jamais faria isso.
Os vizinhos insistiam:
Lenhador abra os olhos! A raposa vai comer seu filho.
Quando sentir fome!
Um dia, o lenhador, muito exausto do trabalho e muito cansado desses comentários, ao chegar em casa viu a raposa sorrindo como sempre e sua boca totalmente ensangüentada......
O lenhador suou frio e sem pensar duas vezes acertou o machado na cabeça da raposa....
Ao entrar no quarto, desesperado, encontrou seu filho no berço dormindo tranqüilamente; ao lado do berço, uma cobra morta...
O lenhador enterrou o machado e a Raposa juntos.
Se você confia em alguém, não importa o que os outros pensem a respeito, siga sempre o seu caminho e não se deixe influenciar; mas, principalmente nunca tome decisões precipitadas sobre seu amigo, por que ele é mais que um irmão....

A PISCINA E A CRUZ
Um de meus amigos ia toda quinta-feira à noite a uma piscina coberta. Ele sempre via ali um homem que lhe chamava a atenção: ele tinha o costume de correr até a água e molhar só o dedão do pé. Depois subia no trampolim mais alto e com um esplêndido salto mergulhava na água. Era um excelente nadador. Não era de se estranhar, pois, que meu amigo ficasse intrigado com esse costume de molhar o dedão antes de saltar na água? Um dia tomou coragem e perguntou-lhe a razão daquele hábito. O homem sorriu e respondeu: “Sim, eu tenho um motivo para fazer isso. Há alguns anos, eu era professor de natação de um grupo de homens. Meu trabalho era ensiná-los a nadar e saltar do trampolim. Certa noite não conseguia dormir e fui à piscina para nadar um pouco; sendo o professor de natação, eu tinha uma chave para entrar no clube. “Não acendi a luz porque conhecia bem o lugar. A luz da lua brilhava através do teto de vidro. Quando estava sobre o trampolim, vi minha sombra na parede em frente. Com os braços abertos, minha silhueta formava uma magnífica cruz. Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando aquela imagem.”
O professor de natação continuou: “Nesse momento, pensei na cruz de Jesus Cristo e em seu significado. Eu não era um cristão, mas quando criança aprendi um cântico cujas palavras me vieram à mente e me fizeram recordar que Jesus tinha morrido para nos salvar por meio de seu precioso sangue.
Não sei quanto tempo fiquei parado sobre o trampolim com os braços estendidos e nem compreendo por que não pulei na água. Finalmente voltei, desci do trampolim e fui até à escada para mergulhar na água. Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso... na noite anterior haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido. “Tremi todo e senti um calafrio na espinha. Se eu tivesse saltado, seria meu último salto. Naquela noite, a imagem da cruz na parede salvou minha vida. Fiquei tão agradecido a Deus – que por me amar permitiu que eu continuasse vivo – que me ajoelhei na beira da piscina. Tomei consciência de que não somente minha vida física, mas minha alma também precisava ser salva. Para que isso acontecesse, foi necessária outra cruz, aquela na qual Jesus morreu para me salvar. Ele me salvou quando confessei os meus pecados e me entreguei a Ele.” “Naquela noite fui salvo duas vezes, física e espiritualmente. Agora tenho um corpo sadio, porém o mais importante é que sou eternamente salvo. Talvez agora você compreende porque eu molho o dedão antes de saltar na água.”

IGREJA TRISTE E ALEGRE
Havia em uma cidade duas congregações da mesma religião. No entanto, uma igreja era conhecida pela sua alegria e descontração nos cultos, enquanto a outra era admirada pela seriedade e reverência com que os membros se portavam nas reuniões. Por isso, uma igreja era chamada “triste”, enquanto a outra, “alegre”.
Um dia, um jovem da “igreja triste” convidou outro da “igreja alegre” para assistir a um culto. No final da reunião, o jovem anfitrião perguntou ao visitante: “Então, o que você achou da minha igreja?”
Ele respondeu muito sério: “Eu descobri hoje que sua igreja vai para o céu primeiro que a minha”.
A declaração deixou o jovem tão alegre a ponto de chamar alguns membros da igreja que estavam à porta, para ouvir as declarações do visitante. “Venham cá, ouçam o que ele diz”.
O visitante não se fez de rogado e repetiu: “Descobri hoje que a igreja de vocês vai para o céu primeiro que a minha”.
“Por quê?”, perguntou um dos jovens.
O visitante respondeu: “A Bíblia é bem clara em afirmar que ‘os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro’”.

PREGAR SOBRE JESUS OU O SÁBADO
Numa escola de 2º grau, um jovem adventista queria falar sobre sua religião para um colega de outra denominação. Como não tinha muito embasamento ainda sobre a doutrina adventista, o jovem convidou então um irmão mais antigo na fé para pregar ao colega.
Marcaram então o horário de intervalo para fazerem um pequeno estudo sobre religião. O irmão adventista foi apresentado ao colega de outra igreja, e então começou a provar por A mais B que os cristãos devem guardar o sábado. Leu passagens bíblicas do Gênesis ao Apocalipse para comprovar que os adventistas estão certos.
O jovem de outra religião ouviu a tudo calado e com muita atenção. E quando o pregador foi embora, o jovem adventista perguntou: “E aí o que você achou desta aula sobre religião?”
Muito sereno, o evangélico respondeu: “Eu achei que seu irmão na fé tem muito domínio sobre o assunto do Sábado, mas eu esperava que ele me falasse sobre Jesus e seu amor e não sobre o Sábado, que é apenas mais um dos mandamentos”.
Muitos de nós incorremos num erro que pode impedir a conversão de almas. Nos preocupamos em falar sobre o Sábado mais do que exaltar Jesus, aquele que é o Senhor do Sábado.

O PRESENTE
Pertencente a uma família muito rica, uma jovem resolveu passar as férias em Porto Seguro, na Bahia, curtindo o calor e a refrescância das praias daquela cidade. Sem nenhum parente ou amigo por perto, ela acreditava ser dona do seu nariz e podia então fazer tudo que quisesse.
Conheceu um jovem argentino que nunca tinha visto na vida. Se envolveu com o rapaz, sem perguntar quem ele era, de onde vinha, o que fazia ali e outras coisas que devemos saber sobre as pessoas com quem queremos nos relacionar.
Os dois tiveram um romance de verão, que durou exatos 20 dias. Quando as férias se acabaram, o jovem foi embora, e ela também teria de voltar para casa. Mas, antes de partir ele deixou um presente para ela. Uma caixa muito pequena, que, segundo ele, só deveria ser aberta depois que ela chegasse em casa.
Quando voltou para sua cidade e para companhia dos pais e irmãos, a primeira coisa que fez foi trancar-se no quarto e abrir o presente.
Dentro do pequeno embrulho havia um lindo relógio e um cartão com os dizeres: “Seja bem vinda ao mundo dos aidéticos”.
Está comprovado através dos tempos e da própria Bíblia envolver-se com o desconhecido, ainda mais quando se está só, é

A CONVERSÃO DE ZACARIAS
Zacarias foi durante a vida toda o jovem desregrado que fumava, bebia e freqüentava os piores ambientes. Até que um dia, atendendo ao último pedido de sua mãe, que faleceu acometida de câncer, ele resolveu freqüentar a igreja, pelo menos para conhecer.
Porém, ali, na casa do Senhor, ele sentiu tamanho conforto e atenção que não quis mais sair de lá, batizando-se logo em seguida. Passou então a ser membro ativo da igreja e nunca mais voltou à vida de antes.
Até que um dia ao passar por uma rua da zona de baixo meretrício da cidade, ele ouviu uma voz lhe chamando. Era Leonor, uma mulher devassa, com quem ele convivera por muito tempo, mergulhado na prostituição e nas drogas.
Ela o chamou por várias vezes, enquanto ele continuava caminhando pela rua. Até que ela disse: “Zacarias, não está se lembrando mais de mim? Sou eu Leonor”
Sem olhar para trás, Zacarias parou e disse: “Eu sei muito bem quem você é, mas aconteceu que eu já não sou mais o mesmo”.
Quando o ser humano aceita Jesus como único salvador, as coisas velhas passam e tudo se faz novo e diferente.

GUARDA CHUVA COMO PROVA DE FÉ
Uma menina estava presente a uma reunião de crentes que traçavam planos para irem à igreja naquela noite orar pedindo que Deus mandasse chuva, pois havia grande necessidade, de vez que uma prolongada seca assolava a região. Foi então que alguém notou a menina que levava um guarda chuva no braço. Perguntaram-lhe:
- Com uma seca destas, por que você está levando um guarda chuva, menina?
- Ora, irmão. Nós não estamos indo para a igreja pedir a Deus que mande chuva? O irmão não acha que Deus nos vai atender e que choverá realmente?
"Ora a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem"(Hb.11:1)

VENDEDORES DE SAPATOS
Conta-se que uma fábrica de calçados, com a intenção de expandir suas vendas, decidiu que deveria exportar para a África e mandou para um país daquele continente dois vendedores para que eles pudessem verificar o potencial do mercado e iniciar as vendas. Aos dois foram dadas as mesmas condições: hospedagem, locomoção, diárias, tabelas de preços e informações sobre os produtos, e ao final da primeira semana eles deveriam emitir um relatório `a matriz no Brasil. Um dos vendedores, antes de mandá-lo ligou para o escritório da matriz, completamente abatido, fazendo o seguinte comentário: "Vocês devem suspender os planos de expansão e rever nossos investimentos neste país. Já comprei minha passagem de volta, pois vir para cá foi a maior roubada. Por aqui não vamos vender nada porque ninguém usa sapatos, todo mundo anda descalço!!!
O outro vendedor também ligou, mas ao contrário do primeiro, estava eufórico, quase não se continha e totalmente entusiasmado, foi assim falando: "Vocês devem ampliar os planos para nossos investimentos neste país. Podem contratar mais funcionários e aumentar a produção. Foi brilhante a idéia de vender nossos produtos por aqui. Vamos vender como nunca, porque aqui ninguém usa sapatos, todo mundo anda descalço... por enquanto! Basta começar a oferecer!".
Moral da história: O que você acabou de ler serve para ilustrar o quanto faz diferença a atitude de fé. Nos baseamos naquilo que achamos, em nossos preconceitos e impressões, constantemente "rotulamos" as pessoas, julgando por elas, e com isso perdemos excelentes possibilidades.

A FLOR
Conta-se que havia uma jovem que tinha tudo: um marido maravilhoso, filhos perfeitos, um emprego que lhe rendia um bom salário e uma família unida.
O problema é que ela não conseguia conciliar tudo. O trabalho e os afazeres lhe ocupavam quase todo o tempo. Ela estava sempre em débito em alguma área.
Se o trabalho lhe consumia tempo demais, ela tirava dos filhos. se surgiam imprevistos, ela deixava de lado o marido...E assim, as pessoas que ela amava eram deixadas para depois.
Até que um dia, seu pai, um homem muito sábio, lhe deu de presente uma flor muito rara, da qual só havia um exemplar em todo mundo. O pai lhe entregou o vaso com a flor e lhe disse: "Filha, esta flor vai lhe ajudar muito, mais do que você imagina! Você terá apenas que regá-la de vez em quando e, conversar um pouquinho com ela. Se assim fizer, ela enfeitará sua casa e lhe dará em troca esse perfume maravilhoso".
A jovem ficou muito emocionada, afinal a flor era de um beleza sem igual. Mas o tempo foi passando, os problemas surgiam. O trabalho consumia todo o seu tempo, e a sua vida, que continuava confusa, não lhe permitia cuidar da flor. Ela chagava em casa, e a flor ainda estava lá, não mostrava sinal de fraqueza ou morte, apenas estava lá, linda, perfumada. Então ela passava direto.
Até que um dia, sem mais nem menos, a flor morreu. Ela chegou em casa e levou um susto. A planta exuberante, estava completamente morta, suas raízes estavam ressecadas, suas flores murchas e as folhas amareladas.
A jovem chorou muito, e contou ao pai o que tinha acontecido. Seu pai explicou: "Eu já imaginava que isso aconteceria e, infelizmente, não posso lhe dar outra flor, porque não existe outra igual a essa. Ela era única, assim como seus filhos, seu marido, sua família e seus amigos. Todos são bênçãos que você ganhou, mas você tem que aprender a regá-los. podá-los e dar atenção a eles, pois assim como a flor, os sentimentos também morrem. Você se acostumou a ver a flor sempre lá, sempre viçosa, sempre perfumada, e se esqueceu de cuidar dela". Por fim, o pai amoroso e sábio concluiu: "Filha, cuide das pessoas que você ama.

O FURO NO BARCO
Um homem foi chamado à praia para pintar um barco. Trouxe com ele tinta e pincéis, e começou a pintar o barco de um vermelho brilhante, como fora contratado para fazer.

Enquanto pintava, verificou que a tinta estava passando pelo fundo do barco. Percebeu que havia um vazamento, e decidiu consertá-lo.
Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi.
No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e presenteou-o com um belo cheque. O pintor ficou surpreso:
- O senhor já me pagou pela pintura do barco!
- Meu caro amigo, você não compreendeu. Deixe-me contar-lhe o que aconteceu. Quando pedi que pintasse o barco, esqueci de falar do vazamento. Assim que o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria. Eu não estava em casa naquele momento. Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois lembrei-me que o barco tinha um furo. Imagine meu alívio e alegria quando os vi retornando sãos e salvos. Então, examinei o barco e constatei que você o havia consertado. Percebe, agora, o que fez? Salvou a vida de meus filhos! Não tenho dinheiro suficiente para pagar-lhe pela sua "pequena" boa ação...

Medite sobre isso: não se limite a fazer apenas o que esperam de você. Não importa para quem, quando e de que maneira... dê o melhor de si. Sempre!!!
Lembre-se que temos o maior e melhor exemplo de serviço, Jesus. Ele veio para salvar aqueles que tinham se perdido, isto é, somos nós. Porém, Ele não se limitou apenas em nos salvar, mas veio trazer para cada um dos filhos de Deus, a vida com abundância, isto é, qualidade de vida (João 10.10b).

Nesta semana experimente imitar o Mestre, supere-se no servir, doe-se e a recompensa virá. Hebreus 6.10-12 diz: ”Deus não é injusto. Ele não esquece o trabalho que vocês fizeram nem o amor que lhe mostraram na ajuda que deram e ainda estão dando aos seus irmãos na fé... .”

A DIFERENÇA
Em um quartel havia um soldado cristão que tinha o hábito de louvar a Deus. Enquanto os seus colegas comentavam sobre o grande número de desempregados do país, a alta do dólar, o stress, o aumento desenfreado dos artigos de supermercado, a violência, a privatização de alguns órgãos públicos, a falência de grandes lojas, as taxas dos juros dos bancos, etc., este soldado, sem dar grande importância a todos estes assuntos, continuava louvando a Deus. Um dos soldados, muito incomodado com o seu comportamento, interrompeu-o e perguntou-lhe: “porque você não fala nada diante de uma situação tão grave? Como consegue cantar com tantas coisas acontecendo?”
Respondeu o soldado cristão: “É simples! O mundo pode estar em crise, mas eu estou em Cristo!”

Estar em Cristo significa estar ligado a Ele para sempre. Quem ligou sua vida e destino à Pessoa de Jesus Cristo pode descansar; seu futuro está nas mãos daquEle que já venceu todas as dores e misérias deste mundo, inclusive a morte. Nossa vida não está nas mãos do acaso, mas nas mãos de um Deus vitorioso e poderoso para nos cuidar em todas as circunstâncias.

Graça a Deus por tão grande vitória que nos traz a paz!

Você precisa de paz em meio a este mundo conturbado? Guarde e pratique o que Jesus disse em João 14.27: “- Deixo com vocês a paz. E a minha paz que Eu lhes dou; não lhes dou a paz como o mundo a dá. Não fiquem aflitos, nem tenham medo.”

Experimente confiar plenamente no Senhor Jesus e você terá paz completa.

A FINA CORRENTE
Certo dia um homem foi a um circo e viu muitos animais e alguns muitos poderosos e ferozes. Observou que todos estes animais poderosos eram mantidos dentro das jaulas, todos, menos o elefante. O elefante parecia ser provavelmente o mais poderoso e forte de todos. Mas a única coisa que o segurava era uma pequena e fina corrente ao redor de uma perna presa ao chão. O homem queria saber porque o elefante não tentou livrar-se da amarra no chão. Ele observou o domador que estava cuidando dos animais e lhe fez a seguinte pergunta:
- Porque este elefante poderoso não tenta livrar-se desta pequena corrente? O homem que cuidava do elefante apenas riu-se e disse:
- A muitos anos este elefante era pequeno e não tão forte como é agora, ele tentou muitas vezes livrar-se da corrente mas não era capaz. Finalmente ele desistiu e nunca mais tentou. Ele não sabe que com o tempo ele ficou grande e muito forte. Ele apenas pensa: Que adianta, não posso faze-lo. Eu tentei antes e não consegui e não vou tentar agora.

Aplicando:
Às vezes esquecemos que as circunstâncias mudam na vida. Talvez já tentamos alcançar um alvo espiritual, um sonho, um projeto por muitas vezes, mas não foi possível. Será que ficamos pensando como o elefante: eu já tentei e não consegui, e não posso faze-lo, não vou tentar de novo. Certamente com o passar do tempo as circunstâncias mudaram, crescemos espiritualmente, estamos mais maduros emocionalmente, a nossa intimidade com Deus aumentou temos fé mais forte e mais experiência. Peça em oração ao Pai Celeste em nome de Jesus para ajudá-lo a livrar-se desta "correntinha" que certa vez lhe impediu de conseguir algo que queria muito ou de alcançar um alvo. Portanto..., não desista!

Dependa do Senhor para restaurar os seus sonhos e sua auto-confiança.
Este é o ano da “restituição” para você.

ESPERANDO ORIENTAÇÃO DO ALTO
"A ti, que habitas nos céus, elevo os meus olhos! Como os olhos dos servos estão fitos nas mãos dos seus senhores, e os olhos da serva, na mão de sua senhora, assim os nossos olhos estão fitos no Senhor, nosso Deus", Salmo 123:1-2.

Muitos anos atrás, no Sul dos Estados Unidos, uma senhora nascida na cidade e sua prima do campo viajavam numa charrete no meio de densa floresta, quando anoiteceu. Não havia luar; só algumas estrelas. Em pouco tempo, ficou impossível enxergar a estrada. A moradora da cidade ficou um pouco assustada pensando que estavam perdidas, mas sua prima do interior não parecia nem um pouco preocupada. Ela parou o cavalo, pisou no chão, caminhou um pouquinho ali por perto e voltou, dizendo que havia encontrado a estrada. De volta à charrete, continuaram a jornada.

Enquanto prosseguiam, a moradora da cidade observou, pela fraca luz das estrelas, que sua companheira, em vez de olhar para o chão, olhava para cima.

- Por que você está olhando para cima, sendo que a estrada está aqui embaixo?

- Porque só assim posso saber para onde vai o caminho - explicou a prima. As árvores foram cortadas para dar lugar à estrada. Numa noite como esta, é impossível ver o caminho, mas olhando para cima eu posso saber para onde vamos ao enxergar o céu pela clareira das árvores.

Assim acontece também na estrada da vida. Enquanto prosseguimos, há ocasiões em que as provas e perplexidades nos cercam, tornando a escuridão tão densa e impenetrável como a de uma floresta em noite sem luar. É nessas ocasiões que muitos se perdem, mas isso não precisa acontecer!

Quando ao nosso redor tudo é sombrio e ameaçador, lembremos das palavras de Jesus: "Eu sou a luz do mundo. Quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida", João 8:12. Consolemo-nos com o fato de que para Deus as trevas e a luz são a mesma coisa: "Se eu digo: as trevas, com efeito, me encobrirão, e a luz ao redor de mim se fará noite, até as próprias trevas não Te serão escuras: as trevas e a luz são a mesma coisa", Salmo 139:11-12.

Deus vê quando nós não conseguimos enxergar nada. Mesmo quando brilha o sol e tudo parece claro e iluminado, é sempre sensato olhar para Ele, pois nenhuma estrada é segura se não for Ele o nosso guia.

Este é o ano da "Restituição" para você. Mas, não se esqueça! as mínimas coisas precisam ser dirigidas por Jesus. Somente Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida... (João 14.6).


O COLAR DE TURQUESAS AZUIS
O homem, por detrás do balcão, olhava a rua, quando uma garotinha amassou o nariz contra a vitrina. Os seus olhos brilharam quando viu determinado objeto. Entrou na loja e pediu o colar de turquesas azuis:
- É para minha irmã. Pode fazer um pacote bem bonito?

O dono da loja, desconfiado, perguntou:
- Quanto dinheiro você tem?

Ela colocou sobre o balcão um lenço amarradinho e desfez os nós:
- Isto dá, não dá?

Eram apenas algumas moedas.
- Sabe”, eu quero dar este presente para minha irmã mais velha. Desde que nossa mãe morreu, ela cuida da gente e não tem tempo para ela mesma. Hoje é aniversário dela e sei que ficará feliz com o colar.

O homem colocou o colar em um estojo e o embrulhou.
- Tome! Leve com cuidado, disse ele para a garota e ela saiu.

Ainda não acabara o dia, quando entrou uma jovem e colocou sobre o balcão o já conhecido embrulho, indagando:

- Este colar foi comprado aqui?
- Sim, senhora.
- Quanto custou?
- Ah!, falou o dono da loja, isso é um assunto confidencial.
- Mas minha irmã tinha somente algumas moedas. Ela não teria dinheiro para pagar por ele.

O homem refez o embrulho com carinho e o devolveu à jovem:
Ela pagou o preço mais alto que qualquer pessoa pode pagar. Ela deu tudo o que tinha!

Assim fez Jesus, lá na cruz do Calvário, pagando com a sua própria vida pela sua salvação. Isto se chama renúncia. E o mestre nos instrui na sua Palavra em Lucas 14.33, que diz: “ Assim, pois qualquer de vós que não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo.” Jesus renunciou a própria vida para que tenhamos vida com abundância (João 10.10) e Ele espera de mim e de você, através de seu exemplo que: renunciemos a soberba, orgulho, a divisão, a ganância, a competição, o egoísmo, a inveja, enfim, todos os males da alma humana, que trazem tanta dor e infelicidade.

Nesta semana fique atento aos seus sentimentos, veja se eles tem conduzido a relacionamentos de amizade, amor, ou inimizade e separação.

Faça a escolha mais sábia: renúncia.

BOAS PALAVRAS
Sempre num lugar por onde passavam muitas pessoas, um mendigo sentava-se na calçada e ao lado colocava uma placa com os dizeres:

“Vejam como sou feliz! Sou próspero e sei que sou bonito e muito importante; tenho uma bela e confortável casa; sou um sucesso, sou saudável e bem humorado”.

Os que passavam olhavam intrigados. Alguns o achavam doido e outros até davam-lhe dinheiro. Todos os dias, antes de dormir, ele contava o dinheiro e notava que a cada dia a quantia era maior.

Numa bela manhã, um importante e arrojado executivo, que já o observava há algum tempo, aproximou-se e lhe disse: “Preciso de alguém como você. Pois você é muito criativo e otimista! Não gostaria de colaborar numa campanha da empresa?”. Como o mendigo não tinha nada a perder, aceitou o desafio.

Após um caprichado banho e com roupas novas, foi levado para a empresa. Daí para frente sua vida foi uma seqüência de sucessos e, há certo tempo, ele tornou-se um dos sócios majoritários.

Numa entrevista coletiva à imprensa, ele esclareceu de como conseguira sair da mendicância para tão alta posição. Contou ele:

Houve época em que eu costumava me sentar nas calçadas com uma placa ao lado, que dizia: “tenham misericórdia de mim. Sou pobre coitado. Não tenho onde morar! Sou um homem maltratado pela vida! Não consigo arrumar um emprego! Socorro!”.

As coisas só pioravam quando, certa noite, achei um livro: a Bíblia. Nela, atentei para trechos que diziam que Deus me ama e me ouviria dos céus, se eu o assim clamasse. Acreditei naquela verdade e mudei minha atitude. Comecei a profetizar coisas boas para minha vida. E resolvi escrever numa placa: “vejam como sou feliz! Sou um homem prospero, sei que sou bonito, sou muito importante, tenho uma bela residência, vivo confortavelmente, sou um sucesso, sou saudável e bem humorado”.

Por pior que esteja sua vida, nunca diga que tudo vai mal. Por mais que você não goste de sua aparência, afirme-se bonito. Por mais pobre que seja você, diga a si mesmo e aos outros que você é prospero.

A partir desse dia tudo começou a mudar, a vida me trouxe a pessoa certa para tudo que eu precisava, ate que cheguei onde estou hoje. Tive apenas que entender o Poder das Palavras. Deus sempre apoiará tudo o que dissermos, escrevermos ou pensarmos a nosso respeito e isso acabará se manifestando em nossa vida como realidade. Enquanto afirmamos que tudo vai mal, que nossa aparência e horrível, que nossos bens materiais são ínfimos, a tendência é que as coisas fiquem piores ainda. E se materializarão em nossa vida todas as nossas crenças.

Uma repórter, ironicamente, questionou:
- “O senhor está querendo dizer que algumas palavras escritas numa simples placa modificaram a sua vida?”.

Respondeu o homem, cheio de bom humor:
- “Claro que não, minha ingênua amiga! Primeiro eu tive que acreditar nelas!”.

Você realmente acredita nas promessas do Senhor na sua vida?

O SONHO DE KARINA
Desde pequena Karina só tinha conhecido uma paixão: dançar e ser uma das principais bailarinas do Ballet Bolshoi.
Seus pais haviam desistido de lhe exigir empenho em qualquer outra atividade. Os rapazes já haviam se resignado: o coração de Karina tinha lugar somente para o ballet. Tudo o mais era sacrificado pelo objetivo de um dia tornar-se bailarina do Bolshoi.
Um dia, Karina teve sua grande chance. Conseguiu uma audiência com o diretor Master do Bolshoi, que estava selecionando aspirantes para a companhia. Nesse dia, Karina dançou como se fosse seu último dia na terra. Colocou tudo o que sentia e que aprendera em cada movimento, como se uma vida inteira pudesse ser contada em um único passo. Ao final, aproximou-se do renomado diretor e perguntou-lhe:
"- Então, o senhor acha que posso me tornar uma grande bailarina?"
Na longa viagem de volta à sua aldeia, Karina, em meio às lágrimas, imaginou que nunca mais aquele "não" deixaria de soar em sua mente.
Meses se passaram até que pudesse novamente calçar uma sapatilha, ou fazer seu alongamento em frente ao espelho.
Dez anos mais tarde, Karina, já uma estimada professora de ballet, criou coragem de ir à performance anual do Bolshoi em sua região. Sentou-se bem à frente e notou que o senhor Davidovitch ainda era o diretor Master. Após o concerto, aproximou-se dele e contou-lhe o quanto ela queria ter sido bailarina do Bolshoi e quanto lhe doera, anos atrás, ter ouvido dele que ela não seria capaz disso.
"- Mas, minha filha... - disse o diretor - eu digo isso a todas as aspirantes."
Com o coração ainda aos saltos, Karina não pôde conter a revolta e a surpresa dizendo:
"- Como o senhor poderia cometer uma injustiça dessas? Eu poderia ter sido uma grande bailarina se não fosse o descaso com que o senhor me avaliou!"
Havia solidariedade e compreensão na voz do diretor, mas ele não hesitou ao responder:
"- Perdoe-me, minha filha, mas você nunca poderia ter sido grande o suficiente, se foi capaz de abandonar o seu sonho pela opinião de outra pessoa."

Quando estabelecemos metas específicas é muito maior a nossa chance de conquistarmos nossos sonhos. Dedicação e empenho também são requisitos indispensáveis nessa dura jornada.

No entanto, mais importante do que tudo é acreditarmos efetivamente na própria capacidade de atingirmos os objetivos propostos.
Muitos serão aqueles que, pelas mais variadas razões, colocarão obstáculos em nossa caminhada. Alguns dirão que nosso sonho é uma grande bobagem. Ou, ainda, que se trata de muito esforço à toa. Outros falarão que não somos capazes de alcançá-los e que deveríamos optar por objetivos mais fáceis. E assim, muitos desistem da luta, por medo, por preguiça, ou porque acreditaram nas previsões negativas dos outros.

No entanto, nossos sonhos continuarão lá, dentro de nossos corações e diante de nossos olhares. Mesmo que deixemos de nos esforçar para ir ao encontro deles, eles permanecerão fazendo parte de nós, como uma tarefa não cumprida. Projetos nobres e ideais justos nunca devem ser abandonados.

Convictos de sua importância perante a vida, esforcemo-nos para alcançá-los, não importando quantas tentativas sejam necessárias para isso!!!

Um vencedor não desiste jamais. Jesus foi até o fim, morrendo em uma cruz, pois, Ele veio a este mundo com uma missão: resgatar o ser humano da perdição eterna, dando a sua própria vida pela minha e pela sua salvação. Ele é o nosso exemplo


ILUSTRAÇÕES CONTINUAÇÃO

A ÁGUIA QUE (QUASE) VIROU GALINHA

Era uma vez uma águia que foi criada num galinheiro. Cresceu pensando que era galinha.
Era uma galinha estranha (o que a fazia sofrer).
Que tristeza quando se via refletida nos espelhos das poças dágua - tão diferente!
O bico era grande demais, adunco, impróprio para catar milho, como todas as outras faziam.
Seus olhos tinham um olhar feroz, diferente do olhar amedrontado das galinhas, tão ao sabor do amor do galo.
E era muito grande, atlética.
Com certeza sofria de alguma doença...
E ela queria uma coisa só: ser uma galinha comum, como todas as outras.
Fazia um esforço enorme para isso.
Treinava ciscar com bamboleio próprio.
Andava meio agachada, para não se destacar pela altura.
Tomava lições de cacarejo.
E o que mais queria: que as suas fezes tivessem o mesmo cheiro familiar e acolhedor das fezes das galinhas. O seu era diferente, inconfundível.
Aconteceu que, um dia, um alpinista que se dirigia para o cume das montanhas passou por ali. Alpinistas são pessoas que gostariam de ser águias. não podendo, fazem aquilo que chega mais perto: sobem, a pés e mãos, até as alturas, onde elas vivem e voam. E ficam lá, olhando para baixo, imaginando que seria muito bom se fossem águias e pudessem voar.
O alpinista viu a águia no galinheiro. E se assustou.
- O que é que você, águia, está fazendo no meio do galinheiro? - ele perguntou.
Ela pensou que fosse caçoada e ficou brava.
- Não me goza. Águia é a vovozinha. Sou galinha de corpo e alma, embora não pareça.
- Galinha coisa nenhuma - replicou o alpinista. - Você tem bico de águia, olhar de águia, rabo de águia, fezes de águia...é águia. Deveria estar voando...
- E apontou para minúsculos pontos negros no céu, muito longe, águias que voam, perto dos picos das montanhas.
- Deus me livre. Tenho vertigem das alturas. Me dá tonteira. O máximo, para mim, é o segundo degrau do poleiro - ela respondeu.
Assim fim de papo. Agarrou á águia e a enfiou dentro de um saco. E continuou a marcha para o alto das montanhas.
Chegando lá, escolheu o abismo mais fundo, abriu o saco e sacudiu a águia no vazio.
Ela caiu.Aterrorizada, debateu-se furiosamente, procurando algo a que se agarrar. Mas não havia nada. Só lhe sobravam as asas...
E foi então que algo novo aconteceu. Do fundo do seu corpo galináceo, uma águia, há muito tempo adormecida e esquecida, acordou, se apossou das asas e, de repente, ela voou...

Rubens Alves
Estórias de Bichos
Edições Loyola, São Paulo

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O SOLDADO QUE NÃO MERECIA PERDÃO

Autor: Pr. Pedro Liasch Filho

Dentre as muitas histórias que se conhece a respeito de Napoleão, existe uma que é realmente impressionante. Um jovem oficial do exército imperial tinha sido condenado à morte. A mãe do soldado, derramando lágrimas aos pés do imperador, suplicou o perdão para o filho. Napoleão de pronto recusou alegando tratar-se de um reincidente, razão pela qual a justiça exigia a morte do réu.
Desesperada, a mãe, argumentando, disse-lhe: Eu não peço justiça para o meu filho, majestade. Eu peço misericórdia, senhor, misericórdia! Replicou o monarca:
¾ Ele não merece misericórdia. Ela, porém insistiu dizendo:
¾ Eu sei, senhor. Se ele a merecesse, não seria misericórdia, seria justiça.
Tocando-lhe, porém o coração essa verdade, Napoleão respondeu:
¾ Eu farei misericórdia.
"Se observares, Senhor, a iniqüidade, quem subsistirá?
Contigo, porém, está o perdão, para que te temam... espere Israel no Senhor, pois no Senhor há misericórdia; e nele, há copiosa redenção”. (Sl 130.3, 4, 7)
A obra de Cristo, consumada na cruz, satisfez plenamente a justiça de Deus. Ora, todo aquele que aceitá-la terá misericórdia e perdão.
"Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Dificilmente alguém morreria por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém se anime a morrer. Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós sendo nós ainda pecadores." Rm 5.6-8.

Extraído do livro, Casos e contos que edificam a alma, da editora Reviva.